1. Exaustão:
Permitindo a si próprio tornar-se demasiado
cansado ou de fraca saúde. Alguns indivíduos são
também propensos a tornarem-se viciados no
trabalho, talvez para tentar recuperar o tempo
perdido. Boa saúde e descanso suficiente são
importantes. Se você se sentir bem estará apto a
pensar bem; se se sentir indisposto o seu
pensamento estará apto para se deteriorar. Se se
sentir bastante mal você pode começar a pensar
regressar à bebida e isso seria o pior de tudo.
Não se torne demasiado faminto, zangado, sozinho
ou cansado.
2. Desonestidade:
Isto começa com um modelo de mentiras
desnecessárias e enganos com colegas de
trabalho, amigos e familiares. Então a mentira
torna-se importante para si mesmo. A isto
chama-se racionalização – fazendo desculpas para
não fazer o que deveria, ou por fazer o que você
não deveria fazer.
3. Impaciência:
As coisas não acontecem imediatamente, ou outros
não fazem o que você sente que deveriam fazer, o
que você quer que eles façam. (Para os que são
crentes, isto pode incluir o sentimento de que
Deus não responde às suas orações. Ele faz, mas
no seu tempo e à sua maneira!)
4. Argumentação:
A argumentação de pequenos e ridículos pontos de
vista indica a necessidade de ter sempre razão,
o sentimento de que os outros deviam ser
razoáveis e fazer as coisas à sua maneira,
concordar com as suas opiniões, podendo ser mais
uma desculpa para regressar ao vício.
5. Depressão:
Insensatez e irresponsabilidade podem acontecer
periodicamente e devem ser abordados e
conversados directamente. (Para as mulheres,
esteja atento ao período pré-menstrual; em
momentos deste ciclo há mais vulnerabilidade
para uma recaída)
6. Auto-piedade:
"Porquê
eu, Senhor?"; "Ninguém me ama..."; Ninguém
aprecia o que faço..."
7. Falta de
Afectividade:
"Consegui, Estou curado do meu vício", não o
receia mais, pode ir a lugares onde se bebe /
droga para mostrar aos outros que já não tem o
problema. Faz isto várias vezes e acabará por
gastar as suas defesas.
8. Complacência:
"O vício é a coisa mais distante da minha mente,
nem sequer já penso nele". É perigoso deixar
cair o dispositivo de protecção apenas porque
tudo está a ir bem. É bom lembrar que quando
você deixou de beber ficou ciente dos "ardis de
Satã". "Revesti-vos de toda a armadura de Deus,
para que possais estar firmes contra as astutas
ciladas de Satanás." (Ef.6:11)
9. Esperando
demasiado dos outros:
"Eu mudei, porque é que os outros não mudam
também?" É um sintoma se o fizerem – mas ainda é
o seu problema se eles não o fazem. Eles podem
não confiar em si ainda, podem ainda estar à
procura de mais provas de que você mudou. Você
não pode esperar que outros mudem os seus
estilos de vida apenas porque você agora tem um
diferente. Lembre-se, a única pessoa que você
pode mudar é você mesmo. Você pode orar para que
Deus os mude, por isso continue a amá-los e
tente mudar a sua atitude em relação a eles,
aprendendo a olhá-los como Cristo os olha, a
amar, e aceitá-los tal como Ele o aceita a si.
10. Afrouxar a
auto disciplina:
Na sua oração leitura bíblica e meditação,
inventário diário, e participação nas reuniões
de grupo e cultos da Igreja. Isto pode reter tanto a
complacência como o aborrecimento. Você não tem
meios para deixar de se sentir aborrecido com o
seu programa ou com a sua Igreja, o custo da
recaída é demasiado elevado. Se a sua Igreja não
satisfaz as suas necessidades, primeiro faça uma
revisão dessas necessidades, para verificar se
elas são realistas, ore e fale com o seu
conselheiro e Pastor da sua Igreja local, antes
de tomar qualquer decisão, lembrando-se sempre
de que nenhuma igreja é perfeita, porque nenhuma
pessoa é perfeita!
11. Desejar
demasiado:
Não coloque alvos que não pode alcançar com um
esforço normal. Não espere demasiado de si mesmo
ou dos outros. É sempre melhor quando as boas
coisas acontecem inesperadamente. Você poderá
alcançar os seus alvos se fizer o melhor que
puder, mesmo pensando que pode não acontecer tão
depressa como o deseja. Satisfação não é ter o
que deseja mas saber viver com o que tem. Paulo
disse, "Sei viver na pobreza e também na
abundância. Aprendi a viver em toda a situação:
a ter fartura e a ter fome, a ter em abundância
e a não ter o suficiente." (Fl.4:12)
12. Uso de humor
alterando os medicamentos:
Você pode sentir a necessidade de facilitar as
coisas com um comprimido, e o seu médico pode
prescrevê-lo. Você pode nunca ter tido um
problema com outras drogas além do álcool, mas
pode facilmente cair no seu vício deste modo –
pela forma mais subtil de ter uma recaída.
Dizendo que está sóbrio enquanto usa drogas ou
fazer-se de inocente enquanto bebe, só está a
aldrabar a si próprio.
13. Esquecimento
da gratidão:
Você pode ser olhado negativamente na sua vida,
concentrando-se em problemas que ainda não estão
totalmente corrigidos. É bom lembrar de onde
veio e lembrar-se como a vida é muito melhor
agora.
14. "Não me pode
acontecer":
Este é um pensamento perigoso. Quase sempre
alguma coisa lhe pode acontecer e é mais
provável se você estiver desatento. Lembre-se,
você tem uma doença progressiva e se houver uma
recaída você ficará em pior estado do que o
primeiro.
15.
Omnipotência: Este é um sentimento que
resulta da combinação de muitos mencionados
acima. Agora você tem todas as respostas para si
mesmo e para os outros. Ninguém lhe pode dizer o
que quer que seja. Ignora as sugestões e
conselhos dos outros. A recaída é provavelmente
a última coisa na sua mente, mas iminente, a
menos que ocorram mudanças drásticas. "Aquele
que está de pé, olhe, não caia."