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“Alcoólico Vitorioso”
Rev. Jerry Dunn
O
medo envolvia a face do Tom quando se colocou à
frente da minha secretária, no meu escritório.
“Diz-me, Jerry,” pediu ele, o seu desespero fazia
sentir-se na sua voz, “Porque fiz eu aquilo? Depois
de todos os problemas que a bebida me causou, porque
voltei a beber de novo?”
Tom
era um homem de negócios que tinha vindo
aconselhar-se. A sua história tão única como
semelhante a muitas outras que ouvimos
constantemente. O seu negócio estava a decair, e ele
estava quase a perder a sua esposa e filhos por
causa da bebida. Então ele foi com a sua mulher para
a Igreja e levou em frente o convite. Ele parou de
beber e pensou que os seus problemas com a bebida
tinham ficado para trás.
Tinham decorrido quatro meses.
“E
não me importo de to dizer,” disse ele, “ foi o
maior tempo que estive sóbrio depois de vários
anos.”
No
Natal um conhecido ofereceu-lhe uma garrafa de vinho
importado. Se tivesse sido um vinho de mesa já
conhecido, talvez ele o tivesse deitado fora, ou
bebê-lo com mais alguém, mas o vinho veio de uma das
casas dos mais finos vinhos do mundo, no
estrangeiro.
Ele
não o bebeu logo. De facto, ele não fazia intenções
de o beber todo. Guardou-o no seu escritório. Uma
vez por outra ele poderia oferecer um pouco de vinho
a um amigo ou sócio do negócio. Ocasionalmente,
quando estava sozinho no escritório, levantava a
garrafa contra a luz, deixando o sol passar através
dela, saboreando o vinho na sua imaginação.
De
certeza que uma garrafa de vinho importada não me
dará qualquer problema, pensava ele. Ficar bêbado
com este gosto, não é de um alcoólico ficar
satisfeito. E, depois de tudo, estive quatro meses
sem beber – uma pequena bebida não me fará dano
algum.
O
primeiro trago foi ainda melhor que aquilo que ele
tinha imaginado, e o seu corpo pedia mais. Mas ele
estava a tomar antabuse e não demorou muito até que
ficasse doente.
“Eu
apenas tomei uma bebida, Jerry,” explicou, “e eu
pensei que ia morrer. Foi á três dias atrás.” Os
músculos da boca começaram a aumentar. “Doente como
eu estava, ontem tomei outra bebida. E sabia que
quando voltasse a beber iria ficar doente, mas não
conseguia controlar-me”.
Ele
apertou as duas mãos com força para pararem de
tremer.
“Tudo ia bem nos últimos quatro meses,” ele saiu. “O
meu negócio estava a melhorar agora que eu estava
sóbrio para tomar conta dele. A minha mulher
começara a confiar em mim, outra vez, e o
relacionamento com os meus filhos era melhor de
sempre. Estou em pânico, Jerry! Se eu não conseguir
ajuda, vou acabar com tudo.” Conforme ele ia
continuando a colocar para fora as palavras da sua
tortura, eu estava capaz de completar mais um pouco
da sua história.
Havia uma razão pela qual ele tinha ido para a
Igreja com a sua esposa à quatro meses atrás. Antes
desse tempo ele só ia à Igreja no Natal e na Páscoa.
Mas a sua esposa chegou ao fim da sua resistência e
fez-lhe um ultimato.
“Deixa de beber ou muda-te. Estive num advogado e
peço-te o divórcio a menos que mudes.”
Ele
ficou atordoado. Apesar de ele viver daquela maneira
actualmente, ele continuava a amar a sua esposa e os
seus filhos. Ele parou para olhar para ele próprio e
pela primeira vez, chegou á conclusão de que tinha
problemas com a bebida. A sua procura por uma
resposta levou-o à Igreja com a sua esposa e a
declarar a sua fé em Cristo. Durante quatro meses
sempre pensou que todos os seus problemas estavam
atrás dele. Mas ele começara a beber novamente.
“Todos vão ficar contra mim,” disse ele.
As
pessoas da Igreja poderiam estar contra ele, porque
ele falhou. A sua mulher e os seus filhos poderão
deixá-lo porque lhe tinham dado a última chance e
ele preferiu escolher a garrafa em vez de uma vida
sóbria com a sua família.
“A
minha mulher não me suportará mais. Expulsou-me de
casa. Eu não consigo manter o meu negócio e beber,
disso tenho a certeza.”
Os
seus olhos encheram-se de uma expressão de horror
que só um alcoólico consegue compreender.
“Está a começar tudo de novo. Estou prestes a
tornar-me num daqueles miseráveis carrosséis.
Cheirar mal, uma bebida reles atrás de outra!” O
rancor está expresso na sua voz. “Não aguento isto
por muito mais tempo.”
Eu sabia muito bem do que é que ele estava a falar -
Eu atravessei a mesma estrada da solidão sozinho.
Não foi somente a bebida, tão horrível como isto, é
viver confundido e com um discurso estonteante e
períodos de insensibilidade. Era a ressaca que vinha
para ficar sóbrio com os terríveis tremores que
começam na espinal medula, que rasgam e puxam até ao
estômago e tudo o que existe no corpo treme e não
pode ficar parado. Havia a secura que amordaçava as
pessoas que bebem muito deixem de beber - e a
experiência de alguns. Haviam as criaturas mais
hediondas na mente torturada que se soltavam da
parede ou do tecto, ou até mesmo na cama onde
estavam deitados. Feios, monstros assustadores que
pareciam ter viajado para a margem escorregadia da
insanidade.
Alguém que nunca tenha passado por esta experiência
nunca a poderá compreender. Mas eu tinha conhecido
pessoas temeram tanto a ressaca que continuaram a
beber mesmo quando queriam parar. Eu sabia
exactamente do que o Tom estava a falar.
Cada
fibra do seu corpo gritava por ajuda.
“Por
que fiz eu isto?” alegava ele. Impulsivamente ele
estica a sua mão e agarra a minha mão. “Diz-me,
Jerry! Terei que continuar a viver assim até ao fim
da minha vida? Não existe nenhuma ajuda para mim?”
“Sim, Tom,” disse-lhe. “Há ajuda para ti se
estiveres disposto a aceitá-la.”
No
decorrer dos minutos seguintes tentei ajudá-lo a
entender a ele mesmo ao seu problema, bem como o
Criador dos Céus e da Terra, que o ama muito. Ele
queria ser, de novo, uma criatura com novos
apetites, novos desejos, e um novo amor para Cristo.
“Existe um problema psicológico do qual te estás a
esquecer,” disse-lhe. “O teu corpo nunca vai
permitir que tornes a beber álcool. O álcool etílico
causa dependência, e é encontrado em todas as
bebidas alcoólicas, whisky, cerveja, e até mesmo em
vinho importado. Quando uma pessoa bebe muito,
torna-se viciado. Ocorreu uma mudança psicológica no
seu corpo que não o permite beber sem primeiro
crescer um fogo dentro dele que o faça beber toda a
bebida que lhe venha parar às mãos. Logo ele
precisará de passar pela ressaca para ficar sóbrio.
De facto, Tom tu estás adicto ao álcool etílico.
Essa é uma das razões primárias porque estás nesse
estado.”
Prossegui dizendo-lhe que também já fui alcoólico,
mas um alcoólico que é vitorioso!
“A
diferença entre nós é que eu reconheci o meu
problema e percebi que não devia beber mais.” Parei
por uns instantes para lhe dar um tempo para pensar
em tudo o que lhe tinha dito. “Perguntaste-me,
porque que é que começaste a beber depois de teres
estado quatro meses sem beber. Agora vou explicar-te
a verdadeira razão. Podes não gostar de ouvir, mas é
a verdade. Tu fizeste isso porque querias
mesmo fazê-lo de novo.”
Eu
pensei que ele fosse perder o controlo; acontece com
alguns quando são confrontados com os factos. Mas o
Tom não.
“Eu
ainda não fui capaz de enfrentar isso,” admitiu ele,
“mas receio de que estejas correcto”.
Ele
voltou a explicar. “Sempre fui considerado como
sendo um homem capaz de se controlar na bebida.
Tinha estado sem beber durante quatro meses e pensei
tinha quebrado isso de dentro de mim. Eu queria
saber se era capaz de beber como de costume, tomando
uma ou duas bebidas e deixar tudo como dantes.”
“Nunca mais poderás ser esse tipo de bebedor, Tom,”
disse eu. “Um alcoólico não pode controlar a sua
bebida. Tens que tomar em conta e ajustar esse facto
e observá-lo antes de seres ajudado.”
“No
outro dia li um artigo,” disse o Tom, “que dizia que
os alcoólicos tinham uma fraca personalidade ou
pressão do negócio ou família o que é muito difícil
para eles lidar com tais situações, portanto ele
vira-se para a bebida. O autor disse que também
existiam aqueles que poderiam ter alguma deficiência
psíquica o que faz com que ele não consiga beber
normalmente, ou tem uma substância química nos seus
corpos que fazem com que eles sejam dependentes do
álcool.”
Eu
conhecia todas aquelas teorias. Comecei a palrar
para mim mesmo quando comecei a trabalhar com os
alcoólicos. Enquanto todas elas podem contribuir
como importantes factores a ser considerados, existe
um facto que não pode ser ignorado: Um alcoólico
nunca terá problemas com o vício se nunca beber
álcool.
“Deus concorda com isto na sua Palavra, Tom. “O
vinho torna o homem arrogante; as bebidas fortes
incitam-no ao distúrbio; quem a isso se entrega
nunca será sábio’. E era isto que eu te queria falar
em relação ao carácter enganador do álcool.”
Eu
levantei-me e apontei para o diagrama que estava na
parede, por detrás da minha secretária.
“Tenho aqui um pequeno diagrama que te poderá ajudar
a compreender melhor este problema. Quando
desististe de beber à quatro meses atrás, estavas
tão desgostoso contigo próprio e com a vida que
tiveste que nunca mais querias tomar outra bebida
outra vez. Não é verdade?”
Ele
acenou vigorosamente a cabeça. “Podes repetir isso
de novo.”
“Estavas aqui mesmo no fundo do círculo.” Indiquei
um ponto. “E tu alcançaste este ponto.” Eu levantei
o meu dedo para a curva a uma pequena distância.
“Tens estado sóbrio já há algum tempo. As coisas
estão melhores para ti. A tua mulher e a tua família
estão a começar a ter orgulho em ti pela primeira
vez em anos, e tu estás mesmo feliz com o progresso
que fizeste. Começaste a ter orgulho pelo facto de
que conseguias estar sóbrio durante algum tempo, e
começaste a olhar de cima todos aqueles que ainda
continuavam a embriagar-se.”
“Isso soa-me particularmente familiar,” reconheceu
ele.
“Mas
a tua dependência física nunca te deixou. Começa por
te sussurrar que deves tomar aquela bebida - apenas
a mais pequena. Um intenso remoer parece piorar a
cada dia.”
“Então mudaste para o próximo passo no ciclo.
Começas a recear tomar outra bebida. Durante este
período tudo o que consegues pensar é em tomares
outra bebida, desejando saciar esse desejo ardente
que clama pelo álcool. Se o alcoólico não for logo
procurar uma ajuda, ele é destinado a fracassar. Se
não fizer algo para quebrar o ciclo, ele voltará a
beber, mais tarde ou mais cedo.”
“Eu
não tomei uma bebida da primeira vez que fui
tentado, Jerry,” contestou ele. “Acredita, aguentei
mais vezes do que alguém possa imaginar.”
“Alcançaste algumas pequenas vitórias,” disse-lhe.
“E quando passares um dia sem pegares numa garrafa,
aquele velho orgulho volta outra vez. Começas a
elogiar-te pelo poder da tua vitória. Dizes para ti
próprio que és uma pessoa especial. E a todo o tempo
que resolvas estar longe da bebida vais ser minado
intensamente.
“Não
podemos confiar em nós nestas coisas, Tom. Se o
fizermos, estamos feitos.”
Segui em frente e fiz-lhe ver que nós somos os
nossos piores inimigos. “Não conheço ninguém que me
tenha causado mais problemas do que os que eu causo
a mim próprio. E penso que deves dizer o mesmo.
Todos os alcoólicos são mentirosos e astutos, e
mentimos a nós próprios, mais do que a qualquer
outra pessoa. E isso não dura muito até termos a
certeza no facto de que temos conhecido
profundamente os nossos problemas com o álcool.
Antes tínhamos problemas, mas agora está tudo sob
controle.”
Os
próximos passos seguem muito naturalmente, expliquei
a Tom. O alcoólico tem lutado com o seu problema há
já algum tempo mas pode não começar a beber ainda.
“No
teu caso, o teu negócio tem melhorado porque tens
estado sóbrio e a trabalhar muito,” disse ao Tom.
“Se estivesses a trabalhar para alguém sentirias o
mesmo tipo de satisfação. Os teus sócios nunca mais
se vão rir de ti nas tuas costas. Os teus empregados
começaram a pensar que irias cumprir as promessas
que lhes tinhas feito quando fizerem contrato
contigo. E as coisas em casa ainda vão ficar
melhores.”
“É
onde estou agora mesmo,” interrompeu-me.
“Era
onde estavas na semana passada,” corrigi-o, “antes
de teres tomado aquelas bebidas.”
Tom
movimentou-se para trás na cadeira. Não dizia nada,
mas eu sabia que estava a ver o seu problema no
gráfico que eu lhe estava a apresentar.
“Isso mesmo” interrompi. “Ficaste acomodado á tua
dependência. Já passou algum tempo desde que
deixaste a bebida quadro longos messes tão longo
como 5 anos. Actualmente, Tom, eu aconselhei-me com
um homem que esteve des anos nesta posição antes de
voltar a beber novamente.”
“Mas
nós esquecemo-nos que não podemos tolerar o álcool
etílico. Nós vimos os nossos sócios e amigos beberem
e aparentemente conseguem controlar-se facilmente.
Decidimos que somos capazes de beber de vez em
quando sem ter dificuldades, por isso tomamos a
nossa primeira bebida. E aqui estamos neste
carrossel sem saída, no álcool na embriagues e na
destruição.”
Tom
encolheu-se e tapou a cara com as suas mãos. Não foi
agradável para ele aguentar um duro e honesto olhar
para ele próprio e saber isso com certeza, pois foi
isso que ele tinha esquecido. Ele actuou conforme
desejava eu queria parar de falar e deixá-lo a sós.
Mas não deveria parar aqui.
“Agora essa é uma das razões porque bebes-te outra
vez,” disse.
Quando ele estava a olhar-me de novo, continuei,
dizendo-lhe que existiam outras influências mais
subtis que pressionavam as pessoas a beber.
“Acabamos de enfrentar isso,” disse, “nós vivemos
numa sociedade de bebedores. A nossa nação está
mergulhada em álcool. Costumava-se servir café
quando tínhamos visitas. Agora os convidados
perguntam enquanto tiram os casacos, “O que tens
para beber?”
A
maior parte dos restaurantes servem bebidas
alcoólicas, e os empregados nestes lugares, quando
levam o menu, fazem sempre a mesma pergunta:
“Desejam tomar um aperitivo?”
Tom
reparou, o seu queixo balouçava quase
impercebivelmente como que concordando. Eu sabia que
ele estava a pensar no número de vezes que tinha
sido forçado a lutar com esses empurrões gentis para
tomar uma bebida.
“Ouve um relato de futebol no teu carro e repara
como o relator está constantemente a matar a sede
saboreando de tempos a tempos o sabor de esta e
aquela cerveja. E os anúncios que seguem ao longo da
auto-estrada pedem-te para parar e tomar uma bebida.
“Se
consegues chegar a casa sem estares debilitado,
quando ligas a televisão és outra vez assaltado com
uma mensagem para tomares outra bebida.”
“E
não te consegues livrar disso desligando a televisão
e leres uma revista. As páginas dos Jornais estão
cheias com os apelos a variadas bebidas alcoólicas
associando o seu produto com o sabor, sociabilidade,
e uma boa vida.”
Tom comentou a ironia destas mensagens. Ele também
conhecia as mentiras que estavam por detrás daquelas
bonitas pinturas e palavras astutas.
“Então aqui estamos, Tom tu e eu. Vivemos numa
sociedade denominada alcoólica, mas não podemos
beber. Nem mesmo um pequeno copo de vinho. Com todas
estas pressões martelando-nos de todo o lado e a
nossa dependência física a trabalhar em nós como
costume, temos que estar vigilantes para que a nossa
decisão, que foi tomada para não beber, não seja
fracassada deste modo tão hábil que nunca
compreenderemos que tenha tomado lugar até que
finalmente nos rendamos e comecemos a beber outra
vez.”
“Podes ter a certeza que acertaste, Jerry,” replicou
o Tom. “É exactamente desse modo que as coisas são”.
“Eu
devia saber,” respondi. “Eu atravessei a mesma
estrada sozinho.”
Ele
fez silêncio.
“Mas
não é tudo. Existe muita coisa que tu fizeste que
invariavelmente causou problemas,” continuei. “Tu
deixaste a tentação mesmo na ponta dos teus dedos.
Quando guardaste aquela garrafa de vinho no teu
escritório a tua sobriedade estava ‘destinada ao
fracasso’.”
“Agora espera um minuto.” O seu temperamento
inflamou. “Tu dizes a ti próprio que à tentação em
todo o lado.”
“Se
eu não posso ter uma garrafa na minha mesa sem lhe
tocar, como poderei ter esperanças para ficar longe
da bebida no mundo dos negócios?”
“Aquela garrafa de vinho tinha uma ligação com o teu
passado da bebida,” disse-lhe. “E está sempre lá
onde possa falar contigo nos momentos em que
estiveres mais fraco. “Vem e toma uma bebida. Só uma
não te vai fazer mal. Naturalmente que és homem
suficiente para aguentar uma pequena bebida.”
Eu não tinha a certeza se o Tom percebera o que eu
lhe tinha dito ou se apenas concordara comigo.
“Podes argumentar com isto,” continuei, “mas não
posso dizer-te muito mais. Ainda não conheci um
homem que tivesse sido capaz de guardar uma garrafa
perto de si para provar que é maior que o álcool,
que não tenha, mais cedo ou mais tarde, voltado a
beber.”
Eu
voltei para trás da secretária e sentei-me. Tom fez
uma confissão de fé em Cristo, e eu questionei-o em
relação a isso. Ele contou-me que tinha começado a
ir á Igreja com a sua esposa e que tinha
correspondido ao convite do Pastor.
“Eu
não sei como explicar isto, Jerry”, disse, “mas
quando eu estava de pé no altar, eu senti pela
primeira vez na minha vida que Deus estava ao meu
lado. Actualmente eu queria ficar sóbrio. E isso era
uma mudança para mim.”
Eu
interrompi. “O que fizeste na altura?”
“Comecei a gostar de ir á Igreja,” disse ele. “Até
mesmo nós começámos a ter leitura da Bíblia em
família, todos os dias.”
“É
bom,” disse eu. “E mantiveste isso durante todo o
tempo?”
Ele
ficou embaraçado, mas contou a verdade.
“Mantivemos isso por algum tempo,” disse ele, “mas
na altura as coisas começaram a funcionar. Era
sempre a mesma rotina com cultos aos Domingos à
tarde e reuniões de oração nas quartas feiras à
noite. Tudo andou bem durante algum tempo, mas
depois eu andava muito ocupado ou cansado quando
vinha para casa depois do trabalho, não me apetecia
ir.” Fiz uma pausa. “Suponha que tenha sido um
erro.”
“É
mais que isso, Tom. É um problema sério. Vês, que
quando dizemos que vamos para honrar a Deus mas não
o fazemos, temos muito mais pelo qual responder.”
Ele
estava a estudar as minhas expressões. Eu pensava
que ele suspeitava disso, mas estava perturbado para
me ouvir dize-lo.
“Deus leva-nos para um lugar onde nós o deixaremos
tomar controle absoluto sobre as nossas vidas. Por
vezes Ele permite a nossa queda até ao fundo, pois é
o único lugar onde podemos olhar para cima.”
Eu
deixei-o pensar nisso durante alguns minutos.
“Diz-me uma coisa, Tom,” disse. “Estás realmente
interessado em que seja Deus a conduzir a tua vida?
Queres ser liberto da destruição do alcoolismo?”
Inclinei-me para a frente, e fitei-o directamente.
“Realmente queres ser um alcoólico vitorioso?”
A
minha pergunta pareceu irritá-lo.
“É
por isso que estou aqui. Eu li o vosso livro, ‘Deus
é a favor do alcoólatra’, e pensei isto é
maravilhoso. Imaginei, ‘Existe um tipo que me pode
ajudar’. Então eu vim até aqui para falar contigo.
Eu nunca teria vindo se eu não quisesse ajuda.”
“Era
exactamente isso que eu queria que dissesses.
Ninguém pode ser liberto do poder do vício do álcool
a menos que queira.”
“Eu
daria qualquer coisa neste mundo para que
conseguisse ter vitória sobre o álcool, Jerry.”
“A
primeira coisa que tens a fazer é entregar a tua
vida a Deus.”
Tom
deu conta disso e concordou comigo, mas eu não tinha
pensado que ele entendera aquilo de que eu estava a
falar.
“Eu
não tenho nada para fazer com isto,” disse-lhe.
“Esta transacção é entre ti e Cristo. Foi Ele que
morreu por ti. Cristo é o Único que disse que veio
para que tivesses vida, com abundância. E apenas o
Senhor Jesus e a tua aceitação d’Ele que te podem
dar o perdão dos teus pecados.”
Dei-lhe algum tempo para reflectir.
“Então não esperes que eu faça algum milagre. Tudo
aquilo que te posso dizer é que agora mesmo deves
inclinar a tua cabeça e devolveres a tua vida à
vontade de Deus.”
Embora Tom se tenha apressado a cumprir as minhas
instruções, estava hesitante.
“Não
tenho a certeza de te estar a seguir, Jerry.”
Eu
estava contente porque ele era honesto o suficiente
para me dizer que não tinha compreendido. Quanto
mais me preocupava mais reparava que havia uma
indicação de que era sincero.
“Quando eu disse que devias voltar a tua vida toda
para Deus, queria dizer: tu deves dar (a Ele) toda a
tua velha maneira de viver. Isso significa que toda
a tua vontade as tuas motivações devem ser dadas a
Ele. Estás a pedir-lhe uma vida nova. Tu queres
novos motivos e uma nova vontade.
“Em
resumo, Tom, estás a aceitar o resgate que Cristo
pagou com a Sua vida pelos teus pecados e acreditas
que tens sido liberto da escravidão do pecado. Por
causa Dele tu tens uma vida completamente nova.”
O
entendimento brilhava nos seus olhos deprimidos.
“Eu
quero que penses sobre tudo aquilo que te tenho
dito, Tom, e para perguntares a ti próprio algumas
questões pessoais.” Continuei. “Exactamente o que é
que tu desejas? Uma nova vida? Ou somente
sobriedade? Sobriedade é um pobre substituto que
Deus tem para te dar. É somente metade de um pouco
de côdea quando Ele te quer dar um pão inteiro.
Queres uma vida totalmente nova?”
Ele
demorou algum tempo para responder e quando
finalmente falou a sua voz estava inaudível.
“Sim,” disse ele, “é isso que eu quero.”
“Então diz isso a Deus,” e continuei. “A Bíblia diz
que ‘todos quantos o receberem, a eles lhes deu o
direito de serem chamados filhos de Deus, até mesmo
para todos os que acreditam no Seu nome.”
“O
pregador citou-me esse versículo”, murmurou ele.
“O
próximo passo é contigo. Tens que receber o Senhor
Jesus Cristo pela fé, e acreditar pelo poder do
Espírito do Deus vivo, que a Sua vida vem até si. A
Sua vida passa para o teu corpo.”
Tom
reparou que estava a acompanhar-me.
“Vês,” continuei, “a nossa velha vida está morta e
nós temos a vida nova de Cristo. Temos que receber o
poder do Espírito de Deus se vamos ser
transformados. Hebreus 11:6 diz que ‘Sem fé,
ninguém pode agradar a Deus. Quem se aproxima de
Deus deve acreditar que ele existe e que é ele quem
recompensa os que o procuram.” Eu quero que me
respondas a esta questão, Tom: Acreditas que Deus
existe? Acreditas que se deres a tua vida ao Senhor
Jesus Cristo agora mesmo que Ele te recompensa com
uma nova vida?
“Certamente que acredito!” Ele quase que gritava a
frase.
“Então inclina a tua cabeça e agradece a Deus pela
tua nova vida.”
Tom
inclinou a sua cabeça e começou a orar.
“Ó
Deus, tu sabes o quão terrível tenho sido. Comecei a
beber de novo, e não sei mais o que fazer. Por favor
perdoa-me Deus.”
Ele
estava habituado a colocar-se de parte. Ele
costumava ouvir a sua mulher a fazer o mesmo
bastantes vezes; e quando ele estava sóbrio e se
apercebia de como tão terrivelmente tratava a mulher
e os filhos, ele tinha experiência de tais períodos
de remorsos em que ele não pensava em ninguém,
apesar de tudo, Deus poderia perdoá-lo.
“Eu
quero esta nova vida. Por favor, não me podes
perdoar e dar-ma? Não me dás essa nova vida Deus?”
“Termina com isso, Tom!” interrompi.
Ele
olhou para cima, admirado pois eu o interrompera
enquanto ele estava a orar.
“Qual é o problema?”
“Esquece esse tipo de oração,” disse-lhe.
“Tu
não tens que suplicar a Deus. Ele diz que se tu
confessares os teus pecados Ele é fiel e justo para
te perdoar os teus pecados e para te limpar de toda
a maldade.
Os
nossos olhos encontraram-se.
“Confessaste que eras um pecador?”
“Estou certo que sim.”
“Acreditas que existe um Deus?”
“Sim.”
“Acreditas que Ele te deu uma nova vida quando O
recebeste?”
Tom
parecia surpreso por eu estar a fazer de novo todas
estas perguntas.
“Já
disse que sim,” respondeu ele.
“Recebeste Jesus Cristo como teu Salvador?”
“Sim.”
“Quando deste as primeiras respostas eu disse-te
para agradeceres a Deus pela nova vida que ele te
deu. Eu não disse para falares de nada daquilo que
poderias ter feito. Ou estavas a mentir a ti
próprio?”
Ele
não respondeu de imediato.
“Não
acreditas mesmo que Cristo morreu por ti, é isso?”
“Não, não é isso!” retorquiu ele. Quanto mais ele
falava mais convicto ficava. “Eu acredito que o
Senhor Jesus Cristo morreu por mim e acredito que
Ele ressuscitou dos mortos. Tu sabes eu acredito,
Jerry!”
“Bem, se tu acreditas em Deus, desiste de tudo o que
te rodeia e começa por aceitá-lo para viveres uma
nova vida. Deus disse, ‘Quem aceita as minhas
palavras e acredita naquele que me enviou, tem a
vida eterna. E não é julgado, porque já passou da
morte para a vida.’ E ele diz: ‘Todo que
chama pelo Senhor será salvo.’ “Não é o tempo
para tu aceitares o Senhor e a sua palavra?”
Tom
reparou. Começou a compreender o que eu estava a
tentar dizer-lhe.
“Agora quero fazer-te outra pergunta. Tu citaste o
nome do Senhor?”
Ele
pensou nisso por instantes.
“Sim,” disse ele finalmente, “Eu falei no nome do
Senhor.”
“Então, de acordo com a palavra de Deus, tu estás
salvo, não estás?” Alcancei a minha Bíblia e
disse-lhe: “Este Livro é tudo o que temos que
comprar,” continuei. “Vai ao livro de Romanos
capítulo 10 e lê o versículo 13 em voz alta.”
Dei-lhe um ou dois minutos para encontrar o
versículo, e esperei sem dizer nada até ele o
encontrar.
“Todo
o que chama pelo Senhor será salvo” leu ele.
“Agora sabemos o que diz a Bíblia acerca de ser
salvo, portanto deve estar certa. Tu falaste no nome
do Senhor?”
“Sim.” A sua voz estava tensa.
“Então o que diz se falares no nome do Senhor?”
A
emoção veio sobre ele até que ele não foi capaz de
falar.
“Vê
o que diz esse versículo, Tom. Lê-o de novo.” Quando
ele fez isso, eu falei mais uma vez. “Agradece-lhe
agora mesmo pela tua salvação- agora mesmo,
agradece-lhe.”
Tom
inclinou a sua cabeça e começou a pregar. A
expressão na sua cara estava diferente. A angústia
tinha-se retirado e a paz parecia encher o seu
coração. Haviam lágrimas de alegria enchendo os seus
olhos e descendo pelas suas bochechas. Ele começou a
agradecer a Deus pela sua nova vida.
“Agora acreditas que tens uma nova vida?”
Desafiei-o.
“Podes crer que sim,” falou firmemente.
Contudo salvação, é o primeiro e o mais importante
passo, esta nova vida, tal como a vida de um bebé,
precisa de ser alimentada. Então falei com o Tom
acerca de se alimentar na Palavra de Deus e orar.
“Existem três coisas que eu quero que faças.” Eu
apresentei os três passos de um programa de
crescimento espiritual. “Primeiro de tudo deves ter
um programa de leitura da Bíblia e um tempo regular
de oração.”
Fui
franco com o Tom, como faço os novos convertidos,
lerem o evangelho de João, incitando-os a lerem-no
pelo menos cinco vezes.
“Eu
não te quero apreçar. Lê com calma, poucos
versículos ou um capítulo de cada vez. Lê para
tirares o significado e para o que Deus tem para te
dizer através de cada um desses versículos. Quando
terminares um deles, volta de novo ao capítulo 1 e
lê tudo outra vez, repetindo isso até teres lido o
capítulo cinco vezes. Enquanto lês, pergunta ao
Espírito de Deus para te ensinar através de porções
em particular.
“Cada dia após a leitura da Bíblia passa mais tempo
a orar. Um bom equilíbrio para estar com Deus são 15
minutos de estudo da Bíblia e 15 minutos de oração.”
Continuei a explicar ao Tom que Deus está
interessado em cada um de nós e quando oramos
devemos falar acerca de todas as coisas com ele.
Devemos falar-lhe sobre as nossas boas ou más
qualidades, e deveríamos contar-lhe os nossos
problemas.
“O
melhor conselho que eu te posso dar acerca da oração
é ganhar o hábito de falar tudo com Deus. Quando as
coisas não estão bem e a pressão começa a crescer,
vai ter com Ele. E se precisares de uma ajuda extra
para poderes passar o dia sem beber, lê os Salmos e
passa algum tempo em oração. E quando o fizeres, não
te esqueças de agradecer a Deus por tudo aquilo que
Ele fez por ti. Agradece-lhe pela tua nova vida. Se
fizeres estas coisas, descobrirás que serás capaz de
ficar perto Dele e ter vitória sobre o álcool.”
Tom
escutava-o atentamente. Ele estava preocupado, pois
queria estar solidamente e estabilizado como um
Cristão.
“Quando terminares de ler o evangelho de João cinco
vezes, vai para o livro de Romanos e lê-o também
cinco vezes à mesma velocidade e com o mesmo
propósito na tua mente. Na quinta vez a seguir,
segue a referência cruzada. Estão no centro da
página da minha Bíblia, e suponho que esteja no
mesmo lugar na tua. Seguindo as notas e lendo os
versículos Bíblicos que eles te sugerem irão
levar-te a outras partes da Bíblia e vão ajudar-te a
compreender o que a carta aos Romanos tem para te
dizer.”
“Quanto tempo é que isto vai demorar?”
“Como eu disse, um quarto de hora para ler a Bíblia
e o mesmo tempo para orar. À medida que fores lendo
as referências que são dadas a cada um dos
versículos, tu ficarás mais familiarizado com a
Palavra de Deus. Isso se tornará mais real para ti e
verás que Deus fala contigo através da Sua Palavra.”
Ele
segurou na minha Bíblia enquanto estava a pensar em
lê-la todos os dias. Parecia ser uma pequenina coisa
a fazer, para manter-se afastado da bebida e
ajudá-lo a viver uma vida consistente Cristã.
Mas
eu tinha um aviso para o Tom- um aviso que muita
experiência me tinha ensinado que era necessária.
“Satanás irá tentar fazer com que duvides da Palavra
de Deus,” disse eu. “Pode até mesmo usar pessoas de
quem gostas e com as quais tens confiança; pode até
mesmo usar a alguns pregadores a trazer dúvidas à
tua mente. Mas não os deixes enganarem-te. Não
argumentes com eles ou com a Sua Palavra.
Simplesmente aceita Deus na Sua Palavra e ficas
disponível para fazer o que Ele te diz para fazeres,
e assim terás a ajuda e a benção de Deus.”
Tom
estava de acordo. Quanto mais eu falava com ele mais
eu ficava encorajado acerca da sua sinceridade e a
sua disposição para alimentar-se na Palavra de Deus
e em orar.
“O
mais longo é o passo número um,” disse eu. “Os
outros dois não são assim tão longos, nem requerem
tanto tempo. Mas isso não quer dizer que sejam menos
importantes. Eu quero que memorizes quatro
versículos por ordem. Mas não comeces nenhum deles
sem primeiro saberes os outro nos quais tens andado
a trabalhar.”
Eu
enviei-lhe quatro cartas com os versículos da Bíblia
escritos num lado e no outro lado as respectivas
referências. São II Coríntios 5:17, Filipenses 4:1a,
I Coríntios 10:13 e II Coríntios 2:14.
Estes versículos foram uma grande ajuda para mim nos
primeiros tempos da minha vida Cristã e eu sabia que
também seria uma grande ajuda para o Tom viver uma
vida Cristã.
“A
partir de agora e durante um ano,” disse eu, “Quero
que leias o credo dos Alcoólicos Vitoriosos todos os
dias.”
“O
que é isso?”
Tirei um cartão da minha secretária e dei-lho.
“Lê
isto todos os dias por um ano. Talvez nos primeiros
seis meses o queiras ler duas vezes por dia.” Parei
e escrevi o cartão rapidamente. “Talvez o queiras
ler todos os dias até ao fim da tua vida, Tom.”
Credo dos Alcoólicos Vitoriosos
1.Compreendi que não consigo ultrapassar o hábito da
bebida por mim próprio. Acredito que o poder de
Jesus Cristo está disponível para me ajudar. Eu
acredito que através da minha aceitação Dele como
meu Salvador pessoal, eu sou um novo homem.
2.Porque a presença de Deus se vai manifestando
conforme eu vou orando, coloquei de parte dois
períodos por dia para comunicar com o meu Pai dos
céus. Eu compreendo que preciso disso para viver
diariamente
(Salmos 24:1-5).
3.Eu reconheço a necessidade pela amizade Cristã e
terei portanto amizades com Cristãos. Eu sei que
para ser vitorioso eu tenho que estar activo no
serviço de Cristo. E ajudarei os outros através da
minha vitória.
4.Nunca mais bebo mais nenhuma bebida que contenha
álcool. Eu sei que é a primeira bebida que suscita o
mal. Eu ficarei longe dos lugares onde possa estar a
tentação do álcool, e das companhias que possam
tentar-me. Posso ser vitorioso porque sei que a Sua
força é suficiente para suprir todas as minhas
necessidades.
Continuei por dizer ao Tom que se ele lesse deste
credo uma parte da sua leitura diária,
constantemente saberia que é um alcoólico vitorioso.
Um alcoólico vitorioso é uma pessoa que percebe que
tem um problema com o álcool e nunca mais pode
beber, mas que esse problema nunca o venceu. Pela
graça de Deus ele venceu o problema.
“E
agora, Tom,” concluí, “ainda há mais qualquer coisa
que eu quero que faças. Faz uma lista pessoal das
tuas más e boas qualidades e pede a Deus para te
ajudar a ultrapassar as más e a melhorar as boas.”
“Será que Deus não sabe quais são as nossas boas e
más qualidades?”
“Ele
sabe melhor que nós próprios, mas ficarás
surpreendido pelo quanto isto te ajudará. Mantém um
registo do teu progresso. Este inventário pessoal
ajudar-te-á a ver onde estás a falhar e ajuda-te a
fazer correcções na tua vida, que te ajudará a viver
uma vida vitoriosa.”
Recapitulámos todas estas coisas de novo antes do
Tom estar pronto para sair, impressionando-o uma vez
mais sobre a sua mente. Antes de ele sair para casa
para junto da sua esposa e família inclinámos as
nossas cabeças por um tempo para uma oração final.
Eu
orei, “Querido Deus, eu trago o meu amigo Tom á tua
presença. Ele tem uma vida difícil e uma dura
batalha com a bebida, mas agora ele aceitou-te como
seu Salvador pessoal. Ele aceitou por fé uma nova
vida. Eu entrego-o ao Teu cuidado e guarda-o.
Protege-o pelo Teu sangue, Senhor. Mantém-no junto a
Ti nestes primeiros dias da sua nova vida e dá-lhe
uma fome real e desejo de Te amar cada vez mais.
Obrigado, Senhor, por o trazeres para o nosso
caminho e pelo privilégio de podermos partilhar o
que partilhaste connosco. Amén.”
Notas do Autor:
Eu
contei-te uma experiência que aconteceu na Ilha da
Esperança em Omaha, Nebraska, onde eu estava a
servir o Senhor.
Eu
tentei mostrar-te que Deus pode ajudar-te a
ultrapassar os teus problemas e tornar-te num
alcoólico vitorioso. A oração que fiz com o Tom é a
minha oração por ti: que também deves vir para um
lugar onde Cristo será real na tua vida, e que
receberás a Sua vida e poderás tu próprio tornar-te
num novo ser.
Continua a olhar em frente. E lembra-te, o Senhor te
abençoará tanto quanto tu o deixares.
(Pastor Jerry G. Dunn era o Director Executivo da
Missão People’s City Home, Lincoln, Nebraska, antes
da sua reforma em 1980. Actualmente ele é professor
Universitário e especialista em alcoolismo e
alcoólicos.)
1.
A
marca registada do disulfiram, uma densa água
insoluvel que é usada para tratar alcoolismo
crónico. Isso produz um desagradável sintoma quando
o álcool é tomado juntamente com esta administração.
2.
Provérbios 20:1
3.
João 10:10b
4.
João
1:12
5.
João 5:24
6.
Romanos 10:13 |