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33.
Estratégias concretas.
Entendemos que devem ser desenvolvidas estratégias concretas que não incluam apenas as drogas ilícitas, mas também o tabaco e o álcool, dando ênfase aos seguintes aspectos: 1.
As pessoas devem receber informação verdadeira e adequada sobre as características dos produtos tóxicos e serem esclarecidas sobre os perigos que podem advir do uso e do abuso dos mesmos. 2.
Devem ser apresentadas alternativas positivas aos produtos tóxicos, incluindo propostas de abstinência total desses consumos., ou seja, deve ser promovido o facto de que as substâncias tóxicas não são necessárias ao
nosso organismo e não contribuem para um melhor relacionamento entre as pessoas. 3.
Propomos ainda que, em relação às bebidas alcoólicas possam ser intensificadas as promoções e consumo das bebidas sem álcool. 4.
Propomos que as actividades recreativas e desportivas sejam promovidas, facilitadas e acessíveis a todos os jovens, e, que incluam formação sobre valores pessoais, auto estima, respeito pelos outros e informação sobre tóxicos.
5.
Exigimos que nas actividades desportivas seja excluído totalmente a promoção e patrocínio das bebidas alcoólicas, atendendo a que estas, são incompatíveis com a actividade desportiva e provocam um impacto negativo no
comportamento das crianças, dos jovens e dos adultos. 6.
Devem ser criados e facilitados a todas as crianças e jovens recursos educacionais adequados sobre vida saudável, os quais devem incluir informação sobre os produtos tóxicos, em especial os que provocam mais danos
pessoais e sociais: o álcool e o tabaco. 7.
Devem ser facilitados ás famílias informação correcta e imparcial sobre as substâncias tóxicas, lícitas e ilícitas, de forma a que, a comunicação e o diálogo sobre estes assuntos seja facilitado e motivado entre a
família. 8.
O indivíduo deve ser estimulado a ser um elemento útil à sociedade e a contribuir para a resolução dos problemas sociais (não apenas os problemas de drogas) o que contribuirá para o aumento da sua auto estima, carácter
e valorização pessoal. 9.
Finalmente, pensamos que deve promover-se comportamentos de “redução de riscos” que permitam aos jovens perceber que uso opcional de determinado produto (ou comportamento) deve ser feito com absoluta moderação de
forma a tornar as consequências reduzidas ou nulas.
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